sábado, 25 de outubro de 2008

Interfaces da Qualidade de Vida da Administração no Brasil e
Perspectivas da gestão da Qualidade no Trabalho


Resenha





Após várias reuniões, discussões e dados da pesquisa de campo, o grupo conseguiu elaborar algumas estatísticas descritivas, análise discriminante, análise fatorial e análise de conglomerados conforme alguns exemplos ilustrados nesta obra; Sendo que o uso do método estatístico teve como principal finalidade a elaboração de um modelo exploratório, para avaliar as funções e composição das variáveis e fatores críticos da Gestão de QVT.
Normalmente as atividades de QVT são enquadradas como atividades de RH, mais especificamente questões de saúde, segurança e benefícios.
A concepção moderna do administrador, em ambiente organizacional complexo e aberto à competitividade a QVT esta fortemente associada à atitude e comportamento das pessoas e ao desenho organizacional de seu ambiente de trabalho.
Os caminhos estão abertos para conquista por parte dos empregados, dependendo da forma de negociação e da natureza dos conflitos envolvidos; da mesma forma, estas práticas poderão ser consciência social existente quanto à auto-estima, expectativa do grupo, apelo e suporte socioculturais. Ainda, como o continuo surgimento de forma organizacionais em rede de competência, é possível vislumbrar a posição de compartilhamento de responsabilidade entre os principais atores em ação (Empregados X Empregadores X Administradores).
O fator crítico e a legitimidade apresenta alta complexidade perceptual entre questões jurídicas e de desenvolvimento sustentável. As formas de pressão socioeconômicas validadas como relevantes para o incremento das práticas de QVT são apontadas na questão de numero 22 do questionário da pesquisa exploratória, cujas alternativas podiam ser respondidas simultaneamente pelos entrevistados.
O catalisador dessa prática é a consolidação de uma nova competência gerencial identificada em QVT, o que reforça o argumento da competência especifica o fato de os programas de QVT terem abrangência de atuação bastante focada; o que significa reconhecer que a QVT não pode ser tratada simplesmente do ponto de vista operacional, ou mesmo gerencial para adquirir status estratégicos.
Os conceitos e práticas aqui apresentados foram direcionados para o modelo de nova competência em gestão, com núcleos conceituais caracterizados pelos fatores críticos. Desta forma, analisam-se inicialmente os resultados da análise documental referente ao projeto G-QVT e, em seguida, discutem-se os resultados do estudo exploratório.
Além de possibilitar a síntese do esforço, a análise documental dessa rica experiência auxilia, sobremaneira, a formação do desenho da pesquisa exploratória quantitativa, anteriormente discutida, e demonstra a consolidação no Modelo Conceitual Nova Competência em Gestão da QVT; nas quais foram tratados termos como conceito de QVT, diversidade, questões jurídicas, inovações tecnológicas, fusões, educação e pedagogia que estão afinados com a Escola de Pensamento direcionada ao conhecimento do negocio.
Adequar programas organizacionais moderno, como a produção enxuta e flexível, a prática e valores de QVT, reduzindo incertezas e vencendo as contradições das fortes dinâmicas internas e externas da empresa, assim como melhor forma de integrar as pessoas por meio de informações e aprendizagem aumentando o espírito cooperativo e a identidade (Empregado x Empresa), são objetivos típicos de QVT par área organizacional de empresas-cidadãs.
Os aspectos positivos de QVT são percebidos pelos executivos de RH, na área organizacional, com ênfase no aumento da produtividade, na competitividade, nos resultados e imagem da empresa e na qualidade dos processos e produto.
O que mais reforça o potencial de crescimento das práticas de QVT é sua aceitação como grupo de atividade primário ou essencial para atuação da maioria dos profissionais de administração. O QVT é um valor a ser conquistado, com grande potencial para ser compartilhado, o que depende do perfil do administrador, identificado como altamente positivo em relação a sua implantação. A idealização do Modelo Conceitual projeta-se na idéia de provocar outro desenvolvimento, que é formado por traços da mentalidade, pela objetividade e pela passagem ao quantificavel. Os resultados demonstram esforço real para uma nova competência na administração de empresas.
A elaboração desta pesquisa foi rica em interações com apoio institucionais e aprendizados de toda natureza. Acredita-se que a principal contribuição desta obra seja a proposta de avanço no conceito de QVT no trabalho como a nova competência necessária aos novos administradores. Por fim, se procurou defender a idéia de que QVT é um tema que deva ser tratado nas empresas segundo o pressuposto de uma gestão avançada, com a adoção de informações e práticas, especializadas sustentadas por expectativas legítimas de modernização com mudanças organizacionais e por visão crítica dos resultados empresariais e pessoais.
Paginas 143 á 186

Problema Originado pelo Ambiente de Trabalho é
Umas das Principais Causas de Perdas nas Empresas

Resumo




O estresse ocupacional é hoje uma realidade presente em grande parte das empresas, obrigando as mesmas a contratar profissionais que saiba lidar com este nível de pressão. Para as empresas, o estresse ocupacional pode consumir boa parte dos gastos anuais, pois gera acentuada queda de produtividade, refletida nas horas de trabalho perdida pelo absenteísmo, desperdícios de material de trabalho, além de custo elevado com assistência médica.
Empresas especializadas na implantação de programas de Qualidade de vida utilizam técnicas e mecanismo que vão desde relaxamento até programa e ginástica laboral, programa que englobam mudanças físicas no ambientes de trabalho.
No Brasil os principais fatores que contribuem para a demanda excessiva de agente estressores no trabalho são a redução de mão-de-obra sem redução da quantidade de trabalho, inflação, custo de vida, incertezas no painel econômico nacional, concorrência de empresas com maior tecnologia ou menor preço.
Tudo isso reflete na vida da empresa.

Análise Crítica




Mesmo com a contratação de profissionais por parte das empresas, não é o bastante para solucionar a grave realidade que permeia dentro das organizações que é o estresse ocupacional e também o estresse convencional.
As empresas ao invés de cuidar de seus trabalhadores, para que os mesmos restabeleçam á sua saúde, elas preocupam principalmente com a queda da produtividade.
Dificilmente as empresas gastam com assistência médica, pois o próprio trabalhador geralmente é que arca com todos os seus remédios e até mesmo o seu tratamento por falta de empenho das empresas.
As técnicas e o mecanismo utilizados em programas de qualidade de vida não resolvem em sua totalidade, os problemas apresentado, faltando o principal que é o tratamento humano, que muitas das vezes seja o fator principal do estresses que vem ocorrendo.
No Brasil muitos fatores contribuem para isto aconteça no trabalho e um dos principais é o assedio moral que acontecem em quase todas as empresas.
HTTP: www.brinice.com.br/material.
DR AIZENAQUE GRIMALDI DE CARVALHO
Presidente da Sociedade Paulista de Medicina do Trabalho (SPMT) e Membro da Diretoria Executiva da ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho )

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Campos de atuação da Gestão da Qualidade de Vida:

Resenha


A rede de estudo em gestão de qualidade de vida no trabalho surgiu em conseqüência da expansão dos debates, pesquisas, orientações conceituais, estratégicas e operacionais das questões de bem esta no trabalho.
Hoje, a REG-QVT conecta em torno de 500 pessoas; entre os 89 especialista cadastrados, a maioria, 26,é de assistente social, 21 psicólogos e os demais cadastrados estão distribuídos por diversas ocupações profissionais.
Na 14 reunião da REG - QVT o tema foi " Fusões Empresariais e Qualidade de vida no Trabalho", procurou –se, por meio de discussões em grupo, identificar os elementos das fusões empresariais que afetam a qualidade de vida no trabalho dos vários indivíduos ligados a empresas.
O grupo responsável por identificar os elementos da fusões do ponto de vista profissional da saúde levantou indicadores da possível piora na qualidade de vida em um ambiente em transformação, como é o caso das fusões, com aumento da procura por ambulatório, serviço social e departamento de RH, aumento de atestado e afastamento.
Já nas reuniões subsequentes foram abordados outros temas ,como na 15 foi inovação tecnológicas que transforma a nossa vida, em decorrência do uso da tecnologia, 16 foi sobre as questões jurídicas que é responsável pela salvaguarda de nossos direito e deveres, ordenando a vida em comunidade ,e na 17 o tema foi " Estrutura Organizacional e Qualidade de vida no Trabalho, onde identificaram diversas inovações na gestão empresarial que trazem melhoria para à qualidade de vida das pessoas , que acarretam tanto oportunidade quando o desafio a serem superados; Como o desafio de uma organização moderna está o de conciliar uma produção enxuta e flexível com programa de qualidade de vida, de maneira a reduzir o medo do trabalhador de perder seu emprego, adequando o ambiente de trabalho à nossa realidade, cada dia mais dinâmica, e vencendo rico em oportunidade com a gestão de competência e os programas de qualidades de vida.
Na 23 reunião a discussão teve como tema " Experiências Práticas em QVT " onde os participantes apresentaram as ações realizadas em seus trabalhos visando à melhoria e garantia da qualidade de vida nas empresas, onde através de experiências práticas relatadas ,aprofundar as melhores formas de ações para maior efetividade dos programas QVT, com os aspectos positivos tal como possibilitar e conscientizar sobre a responsabilidade do indivíduo sobre o todo; Autonomia –coragem, iniciativa , liberdade, cultura, o empreendedor tem que saber seus direitos de cidadã.
E os aspectos negativos com falta de disciplina, falta de segurança incerteza de resultado é fator gerador de pressão, busca rápida de oportunidade, pode gerar desconforto e descompasso na equipe, comprometendo a saúde e a qualidade de vida das pessoas.
Na 26 reunião foi discutido sobre lesões por esforço repetitivos ( LER ) que de acordo com o INSS, são a Segunda causa de afastamento do trabalho no Brasil.
Esta lesão causa muito sofrimento, incapacidade e longos período de afastamento.
Na reunião seguintes com a discussão sobre projeto avançado de QVT "sendo este um projeto que deva esta presente no planejamento estratégicos das empresas (de forma direta ou indireta ) ou pelo menos deve t o apoio da cúpula".
Algumas alternativas foram tirada como forma de avançar o projeto QVT como ginástica laboral ,ioga, meditação, terapia alternativas, programas, educacionais como campanha, palestra, equilíbrio físico e mental, relacionamento humano, prática esportivas, programas de integração e lazer, ouvir os funcionários e auto conhecimento auto estima.
Na questão de gestão dos riscos á saúde, na percepção dos participantes ,estes riscos à saúde estão relacionados em sua maioria a fatores referentes ao ambientes de trabalho uma porcentagem de (67), já os demais acreditam que as atitudes dos indivíduos são os fatores principais (33 ).
Os frequentadores da REDE –QVT cada dia mais se aproximam das mmetas que norteiam essa atividades .
A missão de informar as empresas, instituições, profissionais especializados e interessados em desenvolver procedimentos que resultam em qualidade de vida no trabalho ou em conhecer meios que levem a tal resultado.
As reunião da rede vem ocorrendo desde 1999, todos os temas destes encontros , que tem sido pólo difusor de idéias, práticas, reflexões e desafios do bem estar no trabalho.
Nos últimos 5 anos tiveram 37 temas discutidos e mais de mil participantes neste debates.
A rede de estudo em gestão da qualidade de vida no trabalho estão conectada a diversos centros de pesquisa em qualidade de vida no mundo todo, desta forma interage com associações científicas e centro de pesquisa nacional e internacionais, com o objetivos de trocar de experiências e informações, discutir temas relevantes e realizar intercâmbio de especialistas da área.


Experiências Práticas Paginas 95 á 142


A Importância Da Qualidade De Vida No Trabalho Para Empresa Do Século XXI

Resumo

Podemos definir a qualidade de vida no trabalho, como sendo o bem estar dos membros de uma organização, com benefícios entre todos aqueles que influenciam e por ela são influenciados.
Não é de hoje que se ouve falar de QVT e de como ela pode ajudar as empresas á atingir a tão perseguida qualidade total.
Hoje, devido á necessidade de se aumentar a produtividade e a qualidade das organizações, o ser humano e o seu comportamento têm sido mais estudados pela ciência administrativa.
Por outro lado alguns fatores cuja eliminação representa custo para a empresa e, por tal razão, da mesma forma obstáculo à implantação de programa de QVT.
O QVT é condição essencial para o êxito de uma empresa.
Os produtos e serviços de qualidade decorrem do compromisso pessoal e do prazer de trabalhar.
Os estudos das relações que estabelecem a QVT e a introdução de inovações tecnológicas são complexos e desafiadores.

Análise crítica

BEM ESTAR do trabalhador de uma empresa não pode e nem deve se limite tão somente num projeto de qualidade de vida no trabalho.
Quando os QVT são implementados nas empresas, o que as mesmas querem é atingir a qualidade total de seus produtos, neste contexto é necessário que os trabalhadores tenha uma melhor remuneração, ou incentivos pelo sucesso da organização o que não acontece.
Existem empresas que necessitam aumentar sua produtividade e com isso cobram de seus funcionários esforços sem considerar o lado humano, muitas vezes os mesmos acabam adoecendo e afastando de seus serviços por longos tempos.
Estas mesmas empresas sempre encontra obstáculos para implementação de QVT.
Os especialistas que estudam estes temas, e sabem que o êxito de uma empresa e seus serviços de qualidade, depende da saúde e do prazer de seus trabalhadores: por isso se faz necessário um projeto de QVT que funcione e anteceda as doenças ocupacionais, garanta a seus trabalhadores e seus familiares um verdadeiro bem estar para que o mesmo possa desenvolver seus trabalho sem preocupação, com alegria e prazer daquilo que ele esta fazendo.

Revista de divulgação
técnico –cientifica do icpg
Renato Luís Pereira
Aroldo Bernhardt

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

LIMONGI- França, Ana Carolina. Qualidade de vida no trabalho-(qvt- Conceito e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial). São Paulo: Editora: Atlas S.A, 2007.
Fatores Críticos da Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho
Retrospectiva Conceitual
Resenha

Há inquietudes, individual e coletiva, quando as pressões, conciliação de expectativas entre trabalho, família e consumo, sinais de stress, hábito alimentares e cuidado físicos, estilo de vida, impacto tecnológicos.
A globalização econômica, a nova economia da era digital, os novos paradigmas da gestão organizacional, a modernidade ou pos-modernidade da cultura e a dificuldade entre qualidade de vida e estabilidade financeira acabem impulsionando ações complexas de troca de informações, existe no sistema virtual milhares de forma de viabilizar uma sobrevivência com maior qualidade de vida. A competência para a gestão de qualidade de vida no trabalho pode ser identificados de maneira clara em interfaces originárias especialmente nas áreas de saúde, benefícios, sistema de gestão da qualidade, pesquisa, inovação tecnológica, balanço social, marketing e atividades de responsabilidade social.
As lacunas e sobreposições de gestão parecem estar associadas á utilização de conceito poucos preciso, por vezes inconsistente e fragilmente atrelados a complexidade biopsicossocial das pessoas no trabalho.
No mundo empresarial, com crescente freqüência ocorrem alinhamentos das questões organizacionais e da dimensão humana.
No entanto, tem-se constatado certa confusão sobre os significados teórico e técnico do conceito de QVT, o que poderia conduzir, simplesmente, a outro modismo nas empresas; outra dificuldade refere-se ao papel desempenhado pelos executivos e profissionais da área de recursos humanos ou por consultores nos desenvolvimento dessas experiências.
Há muitos comportamentos nocivos a saúde pela mera falta de informação.
Os DORT são, entre as novas doenças ocupacionais, o maior motivo de atenção par os profissionais de saúde e segurança, os ergonomistas, os engenheiros industriais, os empregadores, os sindicatos e os trabalhadores.
Essa é visão de CARAYON (2000), compartilhada por muitos especialista e pesquisadores.
Segundo a autora, em 1995, os DORT relacionados a traumas repetidos foram responsáveis por mais de 300 mil casos de doença na indústria privada.
As ações possíveis de ser desenvolvidas para manter as pessoas saudáveis podem ser didaticamente classificadas em ações de recuperação, proteção e promoção da saúde.
As ações de recuperação da saúde são desenvolvidas com pessoas já doentes, e para recuperá-las tanto do ponto de vista físico como do psicológico e do social.
A higiene industrial é uma área afetada tanto a medicina do trabalho, como a engenharia de segurança do trabalho.
Compete á engenharia de segurança do trabalho a avaliação ou qualificação desses agentes no ambiente do trabalho, com o objetivo de subsidiar medidas corretivas, proteção e controle que serão desenvolvidos por meio de estudo criterioso dos pontos de vista da saúde.
Todo esse trabalho termina por concentrar as ações da medicina e da engenharia na diminuição da exposição das pessoas aos agentes ambientais, muitas vezes alterando sistema e processos e tendo como resultado menor desempenho produtivo.
Ritmo de produção mecânica ou eletronicamente controlada, repetição de ciclos de trabalho, de forma constante, baixa utilização do conhecimento dos trabalhadores.
Muitas vezes, as gestão de qualidade de vida nas empresas tem sofrido perda de credibilidade por causa de aparente superficialidade e por ser usada por aqueles que nela vêem só mais uma forma de adiar soluções e mudança, discurso a ação, e as preocupações com a gestão qualidade de vida no trabalho vêm ganhando grande expressão e forma em âmbito mundial e, também no ambiente organizacional brasileiro.
Novas metodologias organizacionais e tecnologias exigem mais do profissional e provocam stress.
Em conseqüência do ritmo atual mais intenso de trabalho, a preocupação com a qualidade de vida passou a ser uma necessidade para o profissional.
O desafio é reconstruir, com bem-estar, o ambiente competitivo, altamente tecnológico, de alta produtividade do trabalho e garantir ritmo e situações ecologicamente corretas.
O desenvolvimento humano pode ser definido com um processo abrangente de expansão dos exercícios do direito de escolhas de indivíduos em diversas áreas: Econômica, Política, Social e Cultural.
Nota-se a tendência de identificar a concepção de desenvolvimento humano com o desenvolvimento das pessoas no trabalho, a necessidade básica com o bem estar do ser humano.
A construção do desenvolvimento humano encontra, na era da globalização, fatores críticos como aquele pertinente ao direito a saúde.
Em conjunto, gerente e funcionário aprendem a tomar iniciativa não apenas na identificação dos problemas, mas também no desenvolvimento de melhores processos para a solução de problemas e a melhoria de produtos.
A proposta de nova competência procura incorporar as resoluções conceituais, idéias inovadoras e novas formas de administrar.
A competência da gestão de QVT deve pressupor sempre a integração comunitária, organizacional e das pessoas no trabalho, resultando em evidenciar o bem estar.
Segundo Capitulo pag.

Qualidade de vida ganha destaque na organização.

Resumo
Muitos empresários estão percebendo que melhora a qualidade de vida de seus funcionários e de suas famílias torna a empresa mais saudável, competitiva e produtiva.Quanto melhor suas condições de trabalho e de vida, mais lucrativa e competitiva torna a empresa. Para o cardiologista Marcos Aurélio dias da silva o principal motivo para se investir em qualidade de vida é própria sobrevivência da organização. Segundo Dias da Silva, dentro de uma moderna gestão empresarial é preciso fugir do autoritarismo, abrindo-se ao diálogo e a tolerância, estimulando a cooperação, e desestimando a competição entre os departamentos e indivíduos, reflexo da competitividade vivenciada no mundo ocidental. Para Dias da Silva, o conceito da saúde vai muito além da ausência de doença englobando o estado interior e de satisfação pessoal. Segundo ele,o” mundo do trabalho” passa por modificações e a incerteza do que vai acontecer no futuro, gera nos profissionais o medo das mudanças. Por isso ,é importante que haja uma abertura interna para ouvir as expectativas dos colaboradores.
RH em Síntese N°29 Jul/Ago 1999 - Ano V - Pág. 24 a 26.

Análise critica:

A visão dos empresários em relação á promoção do projeto de qualidade de vida, não é a saúde do trabalhador sua família, é tão somente a produtividade e a empresa competitiva e saudável.Sua visão é tão incisiva, que na opinião do cardiologista Marco Aurélio Dias da silva o principal motivo da QVT é a sobrevivência da organização e não a saúde do trabalhador. Dentro de uma moderna gestão é necessário que haja não só o dialogo, a tolerância, mais principalmente o convívio e as relações entre os trabalhadores, gerentes e diretores com tratamentos humanitários uns com os outros. O conceito de saúde deve ser o da prevenção das doenças, e não da sua ausência que muita das vezes por ele não se manifesta. As tais incertezas que se passam no mundo do trabalho é tão explicita nas demissões ou falta de oportunidade de capacitação para que ocorra com o avanço tecnológico e também as famosas contenções de despesa.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Qualidade de Vida no Trabalho

LIMONGI- França, Ana Carolina. Qualidade de vida no trabalho-(qvt- Conceito e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial). São Paulo: Editora: Atlas S.A, 2007.

Qualidade de vida no trabalho
Escola de pensamento em qualidade de vida no trabalho
Resenha
De: Rogério Silva Para: Celia abreu ; celia abreu Enviadas: Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008 13:19:56Assunto: trabalho
Qualidade de Vida no Trabalho
Escola de Pensamento em Qualidade de Vida no Trabalho

Resenha


Existe uma nova realidade social; aumento da expectativa de vida trabalhando em atividade produtiva, maior consciência do direito á saúde, apelos a novos hábitos e consolidação do compromisso de desenvolvimento sustentável.
O ambiente organizacional está resdiscutindo burocracia, tempos e movimentos, relações humanas e éticos.
A verdade das informações ainda é limitada pela fronteira de acesso a tecnologia e educação digital, mas vive-se a era do conhecimento.
O QVT faz parte das mudanças pelos as quais passam as relações de trabalho na sociedade moderna, em rápida transformação.
Muitos são os fatores desencadeadores de ações de QVT.
As demandas de qualidade vida não são aleatórias; Ela pressupõe necessidades a serem atendidas no sentido da preservação pessoal e da sobrevivência da espécie.
Em alguns países, as demandas de QVT são denominadas condições de trabalho, como na França por exemplo.
Historicamente, o que se analisa na maioria das empresas são ações paliativas, aleatoria ou relativas às exigências de responsabilidade civil e criminal.
Na última década do século XX, com os temas de responsabilidade social, envelhecimento da população e desenvolvimento sustentável, descortina-se novos paradigmas para as questões de QVT.
Alguns desencadeadores de QVT típicos em nossa sociedade pós-industrial são os seguintes:
.Vínculos e estrutura da vida pessoal; família, atividade de lazeres esporte, hábitos de vida, expectativa de vida, cuidado com a saúde, alimentação, combate á vida sedentária, grupos de afinidades.
.Fatores socio-econômico; Globalização, tecnologia, informação, desemprego, políticas de governo, organizações de classe, privatização de serviço público, expansão do mercado de seguro-saúde, padrões de consumo mais sofisticados.
.Metas empresariais competitividade, qualidade do produto, velocidade, custo, imagem corporativa.

.Pressões organizacionais; nova estrutura de poder, informação, agilidade, co-responsabilidade, remuneração variável, transitoriedade no emprego, investimento em projetos sociais.
Para responder a esses fatos desencadeadores, varias ciências têm tratado da condição humana, especialmente no trabalho.
Já no foco pessoa, a temática de QVT também se estende a levantamento de risco ocupacionais do trabalho ergonomia, questões de saúde e segurança do trabalho, carga mental, esforços repetitivos, comunicação, tecnologia, psicologia do trabalho, psicopatologia, significado do trabalho, processo comportamentais, expectativas, contrato psicólogico de trabalho, motivação, liderança, fidelidade empregabilidade.
O tema qualidade de vida no trabalho tem sido tratado como um leque amplo e, geralmente confuso.
As definições de QVT vão desde cuidado médicos estabelecido pela legislação de saúde e segurança até atividade voluntária dos empregados e empregadores nas área de lazer, motivação entre inúmeras outras.
A maioria desse caminho leva á discussão das condições de vida e do bem-estar de pessoa, grupos comunidade e até mesmo do planeta inteiro e de sua inserção no universo.
Considerando o conjunto e a natureza das indagações em torno do tema e dos diversos conceitos, critérios, abordagens, indicadores e outros meios de discussão do tema QVT, podem-se agrupar as dimensões sob as quais o tema é abordados em escolas de pensamentos.
A globalização tem impulsionado novas relações de trabalho e tendências que, certamente, estão refletindo na segurança, na saúde e nas expectativas do trabalhador.
Cada vez mais avançada, a tecnologia propocionam equipamento de proteção mais seguros e a medicina preventiva pode contar, por sua vez, com estudos e mais soluções.
Reivindicações para diminuir a carga horária de trabalho acontecem em varios paìses e quando atendidas, esse tempo livre para o trabalhador descansar ou fizer outras atividades é direcionada para o turismo e o consumo.
Simultaneamente, a inclusão de novas tecnologias pode implicar a exclusão de pessoas da esfera produtiva.
A dimensão socio-econômico esta presente e condicione as formas de encarar teórica e analiticamente as questões de QVT.
No caso da saúde, por exemplo, a práticas terapêuticas deve ser entendida somente como um instrumento modernos para a ação da sociedade na área.
A rigor, QVT envolve uma dimensão específica do local onde as relações de produção ocorrem.
Toda pessoa é complexo biopsicossocial, isto é, tem potencialidades biologicas, psicologicas e sociais que respondem simultaneamente as condições de vida.
A ideia de criar escola de pensamento de QVT que integram e localizam as demandas de qualidade de vida nos empregos pode ser um avanço importante de consolidação de uma nova competência da administração. Os varios tipos de esforços denominados de qualidade de vida no trabalho, podem ser identificados em varios niveis de analise, entre eles os modelos de gestão, expressos na evolução de teorias de administração, as praticas organizacionais com resultados positivos dos pontos de vista empresarial e pessoal e os elementos que caracterizam a missão QVT nas empresas.

Análise Crítica
A atividade produtiva cobradas das empresas aos trabalhadores faz com que as consolidações dos compromissos que tem as empresas, não sejam cumpridas esquecendo os direitos dos trabalhadores, principalmente na saúde.Não é verdade que as informações são limitadas, pois o avanço tecnológico esta a cada dia mais veloz, e se aprimorando a todo o momento.
As empresas fingem esta desenvolvendo ações que contemple os trabalhadores nas demandas de QVT, simplesmente para justificar perante as autoridades suas responsabilidades civis e criminais, onde não lhe são cobrado os compromissos legais.
Geralmente as metas empresariais de competitividades, qualidade do produto e os investimentos, sobre põem a fatores como a saúde, as organizações de classe remuneração e de lazer; Sem contar com a globalização, expansão de mercado e as políticas de governo, forçando ao trabalhador o aumento de produção e gerando o lucro das empresas.
Existem lutas de classe para diminuir a carga horária de trabalho, em conseqüência desta conquista os trabalhadores perdem parte de seus salários, e são obrigados a buscar novas fontes de rendas para complementar o mesmo.

Primeiro Capítulo (pág.22 a 30)



Artigo: Qualidade de vida no trabalho
Orlando Morais

Resumo
A qualidade de vida nos dias de hoje, é um tema constante em diversos livros, artigos, jornais e revistas semanais. Os pontos de maiores convergências e preocupações sobre as dimensões que trazem aos indivíduos uma melhor qualidade de vida. Com isso, o trabalhador passou a substituir fatores como alta remuneração e estabilidade por melhor qualidade de vida e maior participação nos processos decisórios da empresa. Esse fato, procura criar no trabalhador maior comprometimento com os objetivos organizacionais, porém, acaba por torná-los mais dependentes. Neste contexto, a organização assume maior característica institucional, trazendo grande perigo para o trabalhador que faz da empresa parte inseparável de um todo. A constante busca de uma melhor qualidade de vida do trabalhador poderá estender-se constantemente, pois os fatores com as relações entre trabalhadores X organização continuarão sendo alvo de constate interação. Não há receita milagrosa que proporcione uma zona de conforto para o trabalhador na procura de uma melhor qualidade de vida e sim uma adequação aos novos movimentos.


Análise crítica
Uma visão critica da relação entre o trabalhador e a empresa

Conforme artigo sobre qualidade de vida no trabalho, esta preocupação já existia pelo trabalhador há muito tempo, demonstrando que não existe uma nova realidade e sim um desejo de se aprimorar esta demanda sobre o QVT.
As demandas de qualidade de vida são aleatória, devido às questões políticas, econômicas e sociais, bem como o processo de globalização, incerteza no campo do trabalho, onde a competitividade das empresas passa a explorar mais dos seus empregados, para atende o mercado; esquecendo das condições de saúde e lazer, qualificação e remuneração que atenda as necessidades dos trabalhadores.
O QVT não se trata somente de cuidados médicos, muitas vezes as empresas assumem características de maior especialização institucional desempregando alguns e colocando outros no lugar ao invés de capacitá-los.
Estes acontecimentos cotidianos produzem a baixa estima dos desempregados, produzindo aos mesmos efeitos indesejáveis causando doenças, suicídios e propriamente a morte por sentirem rejeitados, e não dando uma oportunidade de executar novos trabalhos, devido às novas tecnologias.

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