LIMONGI- França, Ana Carolina. Qualidade de vida no trabalho-(qvt- Conceito e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial). São Paulo: Editora: Atlas S.A, 2007.
Qualidade de vida no trabalho
Escola de pensamento em qualidade de vida no trabalho
Resenha
Qualidade de vida no trabalho
Escola de pensamento em qualidade de vida no trabalho
Resenha
De: Rogério Silva Para: Celia abreu ; celia abreu Enviadas: Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008 13:19:56Assunto: trabalho
Qualidade de Vida no Trabalho
Escola de Pensamento em Qualidade de Vida no Trabalho
Resenha
Existe uma nova realidade social; aumento da expectativa de vida trabalhando em atividade produtiva, maior consciência do direito á saúde, apelos a novos hábitos e consolidação do compromisso de desenvolvimento sustentável.
O ambiente organizacional está resdiscutindo burocracia, tempos e movimentos, relações humanas e éticos.
A verdade das informações ainda é limitada pela fronteira de acesso a tecnologia e educação digital, mas vive-se a era do conhecimento.
O QVT faz parte das mudanças pelos as quais passam as relações de trabalho na sociedade moderna, em rápida transformação.
Muitos são os fatores desencadeadores de ações de QVT.
As demandas de qualidade vida não são aleatórias; Ela pressupõe necessidades a serem atendidas no sentido da preservação pessoal e da sobrevivência da espécie.
Em alguns países, as demandas de QVT são denominadas condições de trabalho, como na França por exemplo.
Historicamente, o que se analisa na maioria das empresas são ações paliativas, aleatoria ou relativas às exigências de responsabilidade civil e criminal.
Na última década do século XX, com os temas de responsabilidade social, envelhecimento da população e desenvolvimento sustentável, descortina-se novos paradigmas para as questões de QVT.
Alguns desencadeadores de QVT típicos em nossa sociedade pós-industrial são os seguintes:
.Vínculos e estrutura da vida pessoal; família, atividade de lazeres esporte, hábitos de vida, expectativa de vida, cuidado com a saúde, alimentação, combate á vida sedentária, grupos de afinidades.
.Fatores socio-econômico; Globalização, tecnologia, informação, desemprego, políticas de governo, organizações de classe, privatização de serviço público, expansão do mercado de seguro-saúde, padrões de consumo mais sofisticados.
.Metas empresariais competitividade, qualidade do produto, velocidade, custo, imagem corporativa.
.Pressões organizacionais; nova estrutura de poder, informação, agilidade, co-responsabilidade, remuneração variável, transitoriedade no emprego, investimento em projetos sociais.
Para responder a esses fatos desencadeadores, varias ciências têm tratado da condição humana, especialmente no trabalho.
Já no foco pessoa, a temática de QVT também se estende a levantamento de risco ocupacionais do trabalho ergonomia, questões de saúde e segurança do trabalho, carga mental, esforços repetitivos, comunicação, tecnologia, psicologia do trabalho, psicopatologia, significado do trabalho, processo comportamentais, expectativas, contrato psicólogico de trabalho, motivação, liderança, fidelidade empregabilidade.
O tema qualidade de vida no trabalho tem sido tratado como um leque amplo e, geralmente confuso.
As definições de QVT vão desde cuidado médicos estabelecido pela legislação de saúde e segurança até atividade voluntária dos empregados e empregadores nas área de lazer, motivação entre inúmeras outras.
A maioria desse caminho leva á discussão das condições de vida e do bem-estar de pessoa, grupos comunidade e até mesmo do planeta inteiro e de sua inserção no universo.
Considerando o conjunto e a natureza das indagações em torno do tema e dos diversos conceitos, critérios, abordagens, indicadores e outros meios de discussão do tema QVT, podem-se agrupar as dimensões sob as quais o tema é abordados em escolas de pensamentos.
A globalização tem impulsionado novas relações de trabalho e tendências que, certamente, estão refletindo na segurança, na saúde e nas expectativas do trabalhador.
Cada vez mais avançada, a tecnologia propocionam equipamento de proteção mais seguros e a medicina preventiva pode contar, por sua vez, com estudos e mais soluções.
Reivindicações para diminuir a carga horária de trabalho acontecem em varios paìses e quando atendidas, esse tempo livre para o trabalhador descansar ou fizer outras atividades é direcionada para o turismo e o consumo.
Simultaneamente, a inclusão de novas tecnologias pode implicar a exclusão de pessoas da esfera produtiva.
A dimensão socio-econômico esta presente e condicione as formas de encarar teórica e analiticamente as questões de QVT.
No caso da saúde, por exemplo, a práticas terapêuticas deve ser entendida somente como um instrumento modernos para a ação da sociedade na área.
A rigor, QVT envolve uma dimensão específica do local onde as relações de produção ocorrem.
Toda pessoa é complexo biopsicossocial, isto é, tem potencialidades biologicas, psicologicas e sociais que respondem simultaneamente as condições de vida.
A ideia de criar escola de pensamento de QVT que integram e localizam as demandas de qualidade de vida nos empregos pode ser um avanço importante de consolidação de uma nova competência da administração. Os varios tipos de esforços denominados de qualidade de vida no trabalho, podem ser identificados em varios niveis de analise, entre eles os modelos de gestão, expressos na evolução de teorias de administração, as praticas organizacionais com resultados positivos dos pontos de vista empresarial e pessoal e os elementos que caracterizam a missão QVT nas empresas.
Análise Crítica
A atividade produtiva cobradas das empresas aos trabalhadores faz com que as consolidações dos compromissos que tem as empresas, não sejam cumpridas esquecendo os direitos dos trabalhadores, principalmente na saúde.Não é verdade que as informações são limitadas, pois o avanço tecnológico esta a cada dia mais veloz, e se aprimorando a todo o momento.
As empresas fingem esta desenvolvendo ações que contemple os trabalhadores nas demandas de QVT, simplesmente para justificar perante as autoridades suas responsabilidades civis e criminais, onde não lhe são cobrado os compromissos legais.
Geralmente as metas empresariais de competitividades, qualidade do produto e os investimentos, sobre põem a fatores como a saúde, as organizações de classe remuneração e de lazer; Sem contar com a globalização, expansão de mercado e as políticas de governo, forçando ao trabalhador o aumento de produção e gerando o lucro das empresas.
Existem lutas de classe para diminuir a carga horária de trabalho, em conseqüência desta conquista os trabalhadores perdem parte de seus salários, e são obrigados a buscar novas fontes de rendas para complementar o mesmo.
Primeiro Capítulo (pág.22 a 30)
Artigo: Qualidade de vida no trabalho
Orlando Morais
Resumo
A qualidade de vida nos dias de hoje, é um tema constante em diversos livros, artigos, jornais e revistas semanais. Os pontos de maiores convergências e preocupações sobre as dimensões que trazem aos indivíduos uma melhor qualidade de vida. Com isso, o trabalhador passou a substituir fatores como alta remuneração e estabilidade por melhor qualidade de vida e maior participação nos processos decisórios da empresa. Esse fato, procura criar no trabalhador maior comprometimento com os objetivos organizacionais, porém, acaba por torná-los mais dependentes. Neste contexto, a organização assume maior característica institucional, trazendo grande perigo para o trabalhador que faz da empresa parte inseparável de um todo. A constante busca de uma melhor qualidade de vida do trabalhador poderá estender-se constantemente, pois os fatores com as relações entre trabalhadores X organização continuarão sendo alvo de constate interação. Não há receita milagrosa que proporcione uma zona de conforto para o trabalhador na procura de uma melhor qualidade de vida e sim uma adequação aos novos movimentos.
Análise crítica
Uma visão critica da relação entre o trabalhador e a empresa
Conforme artigo sobre qualidade de vida no trabalho, esta preocupação já existia pelo trabalhador há muito tempo, demonstrando que não existe uma nova realidade e sim um desejo de se aprimorar esta demanda sobre o QVT.
As demandas de qualidade de vida são aleatória, devido às questões políticas, econômicas e sociais, bem como o processo de globalização, incerteza no campo do trabalho, onde a competitividade das empresas passa a explorar mais dos seus empregados, para atende o mercado; esquecendo das condições de saúde e lazer, qualificação e remuneração que atenda as necessidades dos trabalhadores.
O QVT não se trata somente de cuidados médicos, muitas vezes as empresas assumem características de maior especialização institucional desempregando alguns e colocando outros no lugar ao invés de capacitá-los.
Estes acontecimentos cotidianos produzem a baixa estima dos desempregados, produzindo aos mesmos efeitos indesejáveis causando doenças, suicídios e propriamente a morte por sentirem rejeitados, e não dando uma oportunidade de executar novos trabalhos, devido às novas tecnologias.
www.nead.unoma.br/site/bibdigital/pdf/artigo
Qualidade de Vida no Trabalho
Escola de Pensamento em Qualidade de Vida no Trabalho
Resenha
Existe uma nova realidade social; aumento da expectativa de vida trabalhando em atividade produtiva, maior consciência do direito á saúde, apelos a novos hábitos e consolidação do compromisso de desenvolvimento sustentável.
O ambiente organizacional está resdiscutindo burocracia, tempos e movimentos, relações humanas e éticos.
A verdade das informações ainda é limitada pela fronteira de acesso a tecnologia e educação digital, mas vive-se a era do conhecimento.
O QVT faz parte das mudanças pelos as quais passam as relações de trabalho na sociedade moderna, em rápida transformação.
Muitos são os fatores desencadeadores de ações de QVT.
As demandas de qualidade vida não são aleatórias; Ela pressupõe necessidades a serem atendidas no sentido da preservação pessoal e da sobrevivência da espécie.
Em alguns países, as demandas de QVT são denominadas condições de trabalho, como na França por exemplo.
Historicamente, o que se analisa na maioria das empresas são ações paliativas, aleatoria ou relativas às exigências de responsabilidade civil e criminal.
Na última década do século XX, com os temas de responsabilidade social, envelhecimento da população e desenvolvimento sustentável, descortina-se novos paradigmas para as questões de QVT.
Alguns desencadeadores de QVT típicos em nossa sociedade pós-industrial são os seguintes:
.Vínculos e estrutura da vida pessoal; família, atividade de lazeres esporte, hábitos de vida, expectativa de vida, cuidado com a saúde, alimentação, combate á vida sedentária, grupos de afinidades.
.Fatores socio-econômico; Globalização, tecnologia, informação, desemprego, políticas de governo, organizações de classe, privatização de serviço público, expansão do mercado de seguro-saúde, padrões de consumo mais sofisticados.
.Metas empresariais competitividade, qualidade do produto, velocidade, custo, imagem corporativa.
.Pressões organizacionais; nova estrutura de poder, informação, agilidade, co-responsabilidade, remuneração variável, transitoriedade no emprego, investimento em projetos sociais.
Para responder a esses fatos desencadeadores, varias ciências têm tratado da condição humana, especialmente no trabalho.
Já no foco pessoa, a temática de QVT também se estende a levantamento de risco ocupacionais do trabalho ergonomia, questões de saúde e segurança do trabalho, carga mental, esforços repetitivos, comunicação, tecnologia, psicologia do trabalho, psicopatologia, significado do trabalho, processo comportamentais, expectativas, contrato psicólogico de trabalho, motivação, liderança, fidelidade empregabilidade.
O tema qualidade de vida no trabalho tem sido tratado como um leque amplo e, geralmente confuso.
As definições de QVT vão desde cuidado médicos estabelecido pela legislação de saúde e segurança até atividade voluntária dos empregados e empregadores nas área de lazer, motivação entre inúmeras outras.
A maioria desse caminho leva á discussão das condições de vida e do bem-estar de pessoa, grupos comunidade e até mesmo do planeta inteiro e de sua inserção no universo.
Considerando o conjunto e a natureza das indagações em torno do tema e dos diversos conceitos, critérios, abordagens, indicadores e outros meios de discussão do tema QVT, podem-se agrupar as dimensões sob as quais o tema é abordados em escolas de pensamentos.
A globalização tem impulsionado novas relações de trabalho e tendências que, certamente, estão refletindo na segurança, na saúde e nas expectativas do trabalhador.
Cada vez mais avançada, a tecnologia propocionam equipamento de proteção mais seguros e a medicina preventiva pode contar, por sua vez, com estudos e mais soluções.
Reivindicações para diminuir a carga horária de trabalho acontecem em varios paìses e quando atendidas, esse tempo livre para o trabalhador descansar ou fizer outras atividades é direcionada para o turismo e o consumo.
Simultaneamente, a inclusão de novas tecnologias pode implicar a exclusão de pessoas da esfera produtiva.
A dimensão socio-econômico esta presente e condicione as formas de encarar teórica e analiticamente as questões de QVT.
No caso da saúde, por exemplo, a práticas terapêuticas deve ser entendida somente como um instrumento modernos para a ação da sociedade na área.
A rigor, QVT envolve uma dimensão específica do local onde as relações de produção ocorrem.
Toda pessoa é complexo biopsicossocial, isto é, tem potencialidades biologicas, psicologicas e sociais que respondem simultaneamente as condições de vida.
A ideia de criar escola de pensamento de QVT que integram e localizam as demandas de qualidade de vida nos empregos pode ser um avanço importante de consolidação de uma nova competência da administração. Os varios tipos de esforços denominados de qualidade de vida no trabalho, podem ser identificados em varios niveis de analise, entre eles os modelos de gestão, expressos na evolução de teorias de administração, as praticas organizacionais com resultados positivos dos pontos de vista empresarial e pessoal e os elementos que caracterizam a missão QVT nas empresas.
Análise Crítica
A atividade produtiva cobradas das empresas aos trabalhadores faz com que as consolidações dos compromissos que tem as empresas, não sejam cumpridas esquecendo os direitos dos trabalhadores, principalmente na saúde.Não é verdade que as informações são limitadas, pois o avanço tecnológico esta a cada dia mais veloz, e se aprimorando a todo o momento.
As empresas fingem esta desenvolvendo ações que contemple os trabalhadores nas demandas de QVT, simplesmente para justificar perante as autoridades suas responsabilidades civis e criminais, onde não lhe são cobrado os compromissos legais.
Geralmente as metas empresariais de competitividades, qualidade do produto e os investimentos, sobre põem a fatores como a saúde, as organizações de classe remuneração e de lazer; Sem contar com a globalização, expansão de mercado e as políticas de governo, forçando ao trabalhador o aumento de produção e gerando o lucro das empresas.
Existem lutas de classe para diminuir a carga horária de trabalho, em conseqüência desta conquista os trabalhadores perdem parte de seus salários, e são obrigados a buscar novas fontes de rendas para complementar o mesmo.
Primeiro Capítulo (pág.22 a 30)
Artigo: Qualidade de vida no trabalho
Orlando Morais
Resumo
A qualidade de vida nos dias de hoje, é um tema constante em diversos livros, artigos, jornais e revistas semanais. Os pontos de maiores convergências e preocupações sobre as dimensões que trazem aos indivíduos uma melhor qualidade de vida. Com isso, o trabalhador passou a substituir fatores como alta remuneração e estabilidade por melhor qualidade de vida e maior participação nos processos decisórios da empresa. Esse fato, procura criar no trabalhador maior comprometimento com os objetivos organizacionais, porém, acaba por torná-los mais dependentes. Neste contexto, a organização assume maior característica institucional, trazendo grande perigo para o trabalhador que faz da empresa parte inseparável de um todo. A constante busca de uma melhor qualidade de vida do trabalhador poderá estender-se constantemente, pois os fatores com as relações entre trabalhadores X organização continuarão sendo alvo de constate interação. Não há receita milagrosa que proporcione uma zona de conforto para o trabalhador na procura de uma melhor qualidade de vida e sim uma adequação aos novos movimentos.
Análise crítica
Uma visão critica da relação entre o trabalhador e a empresa
Conforme artigo sobre qualidade de vida no trabalho, esta preocupação já existia pelo trabalhador há muito tempo, demonstrando que não existe uma nova realidade e sim um desejo de se aprimorar esta demanda sobre o QVT.
As demandas de qualidade de vida são aleatória, devido às questões políticas, econômicas e sociais, bem como o processo de globalização, incerteza no campo do trabalho, onde a competitividade das empresas passa a explorar mais dos seus empregados, para atende o mercado; esquecendo das condições de saúde e lazer, qualificação e remuneração que atenda as necessidades dos trabalhadores.
O QVT não se trata somente de cuidados médicos, muitas vezes as empresas assumem características de maior especialização institucional desempregando alguns e colocando outros no lugar ao invés de capacitá-los.
Estes acontecimentos cotidianos produzem a baixa estima dos desempregados, produzindo aos mesmos efeitos indesejáveis causando doenças, suicídios e propriamente a morte por sentirem rejeitados, e não dando uma oportunidade de executar novos trabalhos, devido às novas tecnologias.
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