sexta-feira, 26 de setembro de 2008

LIMONGI- França, Ana Carolina. Qualidade de vida no trabalho-(qvt- Conceito e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial). São Paulo: Editora: Atlas S.A, 2007.
Fatores Críticos da Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho
Retrospectiva Conceitual
Resenha

Há inquietudes, individual e coletiva, quando as pressões, conciliação de expectativas entre trabalho, família e consumo, sinais de stress, hábito alimentares e cuidado físicos, estilo de vida, impacto tecnológicos.
A globalização econômica, a nova economia da era digital, os novos paradigmas da gestão organizacional, a modernidade ou pos-modernidade da cultura e a dificuldade entre qualidade de vida e estabilidade financeira acabem impulsionando ações complexas de troca de informações, existe no sistema virtual milhares de forma de viabilizar uma sobrevivência com maior qualidade de vida. A competência para a gestão de qualidade de vida no trabalho pode ser identificados de maneira clara em interfaces originárias especialmente nas áreas de saúde, benefícios, sistema de gestão da qualidade, pesquisa, inovação tecnológica, balanço social, marketing e atividades de responsabilidade social.
As lacunas e sobreposições de gestão parecem estar associadas á utilização de conceito poucos preciso, por vezes inconsistente e fragilmente atrelados a complexidade biopsicossocial das pessoas no trabalho.
No mundo empresarial, com crescente freqüência ocorrem alinhamentos das questões organizacionais e da dimensão humana.
No entanto, tem-se constatado certa confusão sobre os significados teórico e técnico do conceito de QVT, o que poderia conduzir, simplesmente, a outro modismo nas empresas; outra dificuldade refere-se ao papel desempenhado pelos executivos e profissionais da área de recursos humanos ou por consultores nos desenvolvimento dessas experiências.
Há muitos comportamentos nocivos a saúde pela mera falta de informação.
Os DORT são, entre as novas doenças ocupacionais, o maior motivo de atenção par os profissionais de saúde e segurança, os ergonomistas, os engenheiros industriais, os empregadores, os sindicatos e os trabalhadores.
Essa é visão de CARAYON (2000), compartilhada por muitos especialista e pesquisadores.
Segundo a autora, em 1995, os DORT relacionados a traumas repetidos foram responsáveis por mais de 300 mil casos de doença na indústria privada.
As ações possíveis de ser desenvolvidas para manter as pessoas saudáveis podem ser didaticamente classificadas em ações de recuperação, proteção e promoção da saúde.
As ações de recuperação da saúde são desenvolvidas com pessoas já doentes, e para recuperá-las tanto do ponto de vista físico como do psicológico e do social.
A higiene industrial é uma área afetada tanto a medicina do trabalho, como a engenharia de segurança do trabalho.
Compete á engenharia de segurança do trabalho a avaliação ou qualificação desses agentes no ambiente do trabalho, com o objetivo de subsidiar medidas corretivas, proteção e controle que serão desenvolvidos por meio de estudo criterioso dos pontos de vista da saúde.
Todo esse trabalho termina por concentrar as ações da medicina e da engenharia na diminuição da exposição das pessoas aos agentes ambientais, muitas vezes alterando sistema e processos e tendo como resultado menor desempenho produtivo.
Ritmo de produção mecânica ou eletronicamente controlada, repetição de ciclos de trabalho, de forma constante, baixa utilização do conhecimento dos trabalhadores.
Muitas vezes, as gestão de qualidade de vida nas empresas tem sofrido perda de credibilidade por causa de aparente superficialidade e por ser usada por aqueles que nela vêem só mais uma forma de adiar soluções e mudança, discurso a ação, e as preocupações com a gestão qualidade de vida no trabalho vêm ganhando grande expressão e forma em âmbito mundial e, também no ambiente organizacional brasileiro.
Novas metodologias organizacionais e tecnologias exigem mais do profissional e provocam stress.
Em conseqüência do ritmo atual mais intenso de trabalho, a preocupação com a qualidade de vida passou a ser uma necessidade para o profissional.
O desafio é reconstruir, com bem-estar, o ambiente competitivo, altamente tecnológico, de alta produtividade do trabalho e garantir ritmo e situações ecologicamente corretas.
O desenvolvimento humano pode ser definido com um processo abrangente de expansão dos exercícios do direito de escolhas de indivíduos em diversas áreas: Econômica, Política, Social e Cultural.
Nota-se a tendência de identificar a concepção de desenvolvimento humano com o desenvolvimento das pessoas no trabalho, a necessidade básica com o bem estar do ser humano.
A construção do desenvolvimento humano encontra, na era da globalização, fatores críticos como aquele pertinente ao direito a saúde.
Em conjunto, gerente e funcionário aprendem a tomar iniciativa não apenas na identificação dos problemas, mas também no desenvolvimento de melhores processos para a solução de problemas e a melhoria de produtos.
A proposta de nova competência procura incorporar as resoluções conceituais, idéias inovadoras e novas formas de administrar.
A competência da gestão de QVT deve pressupor sempre a integração comunitária, organizacional e das pessoas no trabalho, resultando em evidenciar o bem estar.
Segundo Capitulo pag.

Qualidade de vida ganha destaque na organização.

Resumo
Muitos empresários estão percebendo que melhora a qualidade de vida de seus funcionários e de suas famílias torna a empresa mais saudável, competitiva e produtiva.Quanto melhor suas condições de trabalho e de vida, mais lucrativa e competitiva torna a empresa. Para o cardiologista Marcos Aurélio dias da silva o principal motivo para se investir em qualidade de vida é própria sobrevivência da organização. Segundo Dias da Silva, dentro de uma moderna gestão empresarial é preciso fugir do autoritarismo, abrindo-se ao diálogo e a tolerância, estimulando a cooperação, e desestimando a competição entre os departamentos e indivíduos, reflexo da competitividade vivenciada no mundo ocidental. Para Dias da Silva, o conceito da saúde vai muito além da ausência de doença englobando o estado interior e de satisfação pessoal. Segundo ele,o” mundo do trabalho” passa por modificações e a incerteza do que vai acontecer no futuro, gera nos profissionais o medo das mudanças. Por isso ,é importante que haja uma abertura interna para ouvir as expectativas dos colaboradores.
RH em Síntese N°29 Jul/Ago 1999 - Ano V - Pág. 24 a 26.

Análise critica:

A visão dos empresários em relação á promoção do projeto de qualidade de vida, não é a saúde do trabalhador sua família, é tão somente a produtividade e a empresa competitiva e saudável.Sua visão é tão incisiva, que na opinião do cardiologista Marco Aurélio Dias da silva o principal motivo da QVT é a sobrevivência da organização e não a saúde do trabalhador. Dentro de uma moderna gestão é necessário que haja não só o dialogo, a tolerância, mais principalmente o convívio e as relações entre os trabalhadores, gerentes e diretores com tratamentos humanitários uns com os outros. O conceito de saúde deve ser o da prevenção das doenças, e não da sua ausência que muita das vezes por ele não se manifesta. As tais incertezas que se passam no mundo do trabalho é tão explicita nas demissões ou falta de oportunidade de capacitação para que ocorra com o avanço tecnológico e também as famosas contenções de despesa.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Qualidade de Vida no Trabalho

LIMONGI- França, Ana Carolina. Qualidade de vida no trabalho-(qvt- Conceito e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial). São Paulo: Editora: Atlas S.A, 2007.

Qualidade de vida no trabalho
Escola de pensamento em qualidade de vida no trabalho
Resenha
De: Rogério Silva Para: Celia abreu ; celia abreu Enviadas: Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008 13:19:56Assunto: trabalho
Qualidade de Vida no Trabalho
Escola de Pensamento em Qualidade de Vida no Trabalho

Resenha


Existe uma nova realidade social; aumento da expectativa de vida trabalhando em atividade produtiva, maior consciência do direito á saúde, apelos a novos hábitos e consolidação do compromisso de desenvolvimento sustentável.
O ambiente organizacional está resdiscutindo burocracia, tempos e movimentos, relações humanas e éticos.
A verdade das informações ainda é limitada pela fronteira de acesso a tecnologia e educação digital, mas vive-se a era do conhecimento.
O QVT faz parte das mudanças pelos as quais passam as relações de trabalho na sociedade moderna, em rápida transformação.
Muitos são os fatores desencadeadores de ações de QVT.
As demandas de qualidade vida não são aleatórias; Ela pressupõe necessidades a serem atendidas no sentido da preservação pessoal e da sobrevivência da espécie.
Em alguns países, as demandas de QVT são denominadas condições de trabalho, como na França por exemplo.
Historicamente, o que se analisa na maioria das empresas são ações paliativas, aleatoria ou relativas às exigências de responsabilidade civil e criminal.
Na última década do século XX, com os temas de responsabilidade social, envelhecimento da população e desenvolvimento sustentável, descortina-se novos paradigmas para as questões de QVT.
Alguns desencadeadores de QVT típicos em nossa sociedade pós-industrial são os seguintes:
.Vínculos e estrutura da vida pessoal; família, atividade de lazeres esporte, hábitos de vida, expectativa de vida, cuidado com a saúde, alimentação, combate á vida sedentária, grupos de afinidades.
.Fatores socio-econômico; Globalização, tecnologia, informação, desemprego, políticas de governo, organizações de classe, privatização de serviço público, expansão do mercado de seguro-saúde, padrões de consumo mais sofisticados.
.Metas empresariais competitividade, qualidade do produto, velocidade, custo, imagem corporativa.

.Pressões organizacionais; nova estrutura de poder, informação, agilidade, co-responsabilidade, remuneração variável, transitoriedade no emprego, investimento em projetos sociais.
Para responder a esses fatos desencadeadores, varias ciências têm tratado da condição humana, especialmente no trabalho.
Já no foco pessoa, a temática de QVT também se estende a levantamento de risco ocupacionais do trabalho ergonomia, questões de saúde e segurança do trabalho, carga mental, esforços repetitivos, comunicação, tecnologia, psicologia do trabalho, psicopatologia, significado do trabalho, processo comportamentais, expectativas, contrato psicólogico de trabalho, motivação, liderança, fidelidade empregabilidade.
O tema qualidade de vida no trabalho tem sido tratado como um leque amplo e, geralmente confuso.
As definições de QVT vão desde cuidado médicos estabelecido pela legislação de saúde e segurança até atividade voluntária dos empregados e empregadores nas área de lazer, motivação entre inúmeras outras.
A maioria desse caminho leva á discussão das condições de vida e do bem-estar de pessoa, grupos comunidade e até mesmo do planeta inteiro e de sua inserção no universo.
Considerando o conjunto e a natureza das indagações em torno do tema e dos diversos conceitos, critérios, abordagens, indicadores e outros meios de discussão do tema QVT, podem-se agrupar as dimensões sob as quais o tema é abordados em escolas de pensamentos.
A globalização tem impulsionado novas relações de trabalho e tendências que, certamente, estão refletindo na segurança, na saúde e nas expectativas do trabalhador.
Cada vez mais avançada, a tecnologia propocionam equipamento de proteção mais seguros e a medicina preventiva pode contar, por sua vez, com estudos e mais soluções.
Reivindicações para diminuir a carga horária de trabalho acontecem em varios paìses e quando atendidas, esse tempo livre para o trabalhador descansar ou fizer outras atividades é direcionada para o turismo e o consumo.
Simultaneamente, a inclusão de novas tecnologias pode implicar a exclusão de pessoas da esfera produtiva.
A dimensão socio-econômico esta presente e condicione as formas de encarar teórica e analiticamente as questões de QVT.
No caso da saúde, por exemplo, a práticas terapêuticas deve ser entendida somente como um instrumento modernos para a ação da sociedade na área.
A rigor, QVT envolve uma dimensão específica do local onde as relações de produção ocorrem.
Toda pessoa é complexo biopsicossocial, isto é, tem potencialidades biologicas, psicologicas e sociais que respondem simultaneamente as condições de vida.
A ideia de criar escola de pensamento de QVT que integram e localizam as demandas de qualidade de vida nos empregos pode ser um avanço importante de consolidação de uma nova competência da administração. Os varios tipos de esforços denominados de qualidade de vida no trabalho, podem ser identificados em varios niveis de analise, entre eles os modelos de gestão, expressos na evolução de teorias de administração, as praticas organizacionais com resultados positivos dos pontos de vista empresarial e pessoal e os elementos que caracterizam a missão QVT nas empresas.

Análise Crítica
A atividade produtiva cobradas das empresas aos trabalhadores faz com que as consolidações dos compromissos que tem as empresas, não sejam cumpridas esquecendo os direitos dos trabalhadores, principalmente na saúde.Não é verdade que as informações são limitadas, pois o avanço tecnológico esta a cada dia mais veloz, e se aprimorando a todo o momento.
As empresas fingem esta desenvolvendo ações que contemple os trabalhadores nas demandas de QVT, simplesmente para justificar perante as autoridades suas responsabilidades civis e criminais, onde não lhe são cobrado os compromissos legais.
Geralmente as metas empresariais de competitividades, qualidade do produto e os investimentos, sobre põem a fatores como a saúde, as organizações de classe remuneração e de lazer; Sem contar com a globalização, expansão de mercado e as políticas de governo, forçando ao trabalhador o aumento de produção e gerando o lucro das empresas.
Existem lutas de classe para diminuir a carga horária de trabalho, em conseqüência desta conquista os trabalhadores perdem parte de seus salários, e são obrigados a buscar novas fontes de rendas para complementar o mesmo.

Primeiro Capítulo (pág.22 a 30)



Artigo: Qualidade de vida no trabalho
Orlando Morais

Resumo
A qualidade de vida nos dias de hoje, é um tema constante em diversos livros, artigos, jornais e revistas semanais. Os pontos de maiores convergências e preocupações sobre as dimensões que trazem aos indivíduos uma melhor qualidade de vida. Com isso, o trabalhador passou a substituir fatores como alta remuneração e estabilidade por melhor qualidade de vida e maior participação nos processos decisórios da empresa. Esse fato, procura criar no trabalhador maior comprometimento com os objetivos organizacionais, porém, acaba por torná-los mais dependentes. Neste contexto, a organização assume maior característica institucional, trazendo grande perigo para o trabalhador que faz da empresa parte inseparável de um todo. A constante busca de uma melhor qualidade de vida do trabalhador poderá estender-se constantemente, pois os fatores com as relações entre trabalhadores X organização continuarão sendo alvo de constate interação. Não há receita milagrosa que proporcione uma zona de conforto para o trabalhador na procura de uma melhor qualidade de vida e sim uma adequação aos novos movimentos.


Análise crítica
Uma visão critica da relação entre o trabalhador e a empresa

Conforme artigo sobre qualidade de vida no trabalho, esta preocupação já existia pelo trabalhador há muito tempo, demonstrando que não existe uma nova realidade e sim um desejo de se aprimorar esta demanda sobre o QVT.
As demandas de qualidade de vida são aleatória, devido às questões políticas, econômicas e sociais, bem como o processo de globalização, incerteza no campo do trabalho, onde a competitividade das empresas passa a explorar mais dos seus empregados, para atende o mercado; esquecendo das condições de saúde e lazer, qualificação e remuneração que atenda as necessidades dos trabalhadores.
O QVT não se trata somente de cuidados médicos, muitas vezes as empresas assumem características de maior especialização institucional desempregando alguns e colocando outros no lugar ao invés de capacitá-los.
Estes acontecimentos cotidianos produzem a baixa estima dos desempregados, produzindo aos mesmos efeitos indesejáveis causando doenças, suicídios e propriamente a morte por sentirem rejeitados, e não dando uma oportunidade de executar novos trabalhos, devido às novas tecnologias.

www.nead.unoma.br/site/bibdigital/pdf/artigo