LIMONGI- França, Ana Carolina. Qualidade de vida no trabalho-(qvt- Conceito e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial). São Paulo: Editora: Atlas S.A, 2007.
Fatores Críticos da Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho
Retrospectiva Conceitual
Retrospectiva Conceitual
Resenha
Há inquietudes, individual e coletiva, quando as pressões, conciliação de expectativas entre trabalho, família e consumo, sinais de stress, hábito alimentares e cuidado físicos, estilo de vida, impacto tecnológicos.
A globalização econômica, a nova economia da era digital, os novos paradigmas da gestão organizacional, a modernidade ou pos-modernidade da cultura e a dificuldade entre qualidade de vida e estabilidade financeira acabem impulsionando ações complexas de troca de informações, existe no sistema virtual milhares de forma de viabilizar uma sobrevivência com maior qualidade de vida. A competência para a gestão de qualidade de vida no trabalho pode ser identificados de maneira clara em interfaces originárias especialmente nas áreas de saúde, benefícios, sistema de gestão da qualidade, pesquisa, inovação tecnológica, balanço social, marketing e atividades de responsabilidade social.
As lacunas e sobreposições de gestão parecem estar associadas á utilização de conceito poucos preciso, por vezes inconsistente e fragilmente atrelados a complexidade biopsicossocial das pessoas no trabalho.
No mundo empresarial, com crescente freqüência ocorrem alinhamentos das questões organizacionais e da dimensão humana.
No entanto, tem-se constatado certa confusão sobre os significados teórico e técnico do conceito de QVT, o que poderia conduzir, simplesmente, a outro modismo nas empresas; outra dificuldade refere-se ao papel desempenhado pelos executivos e profissionais da área de recursos humanos ou por consultores nos desenvolvimento dessas experiências.
Há muitos comportamentos nocivos a saúde pela mera falta de informação.
Os DORT são, entre as novas doenças ocupacionais, o maior motivo de atenção par os profissionais de saúde e segurança, os ergonomistas, os engenheiros industriais, os empregadores, os sindicatos e os trabalhadores.
Essa é visão de CARAYON (2000), compartilhada por muitos especialista e pesquisadores.
Segundo a autora, em 1995, os DORT relacionados a traumas repetidos foram responsáveis por mais de 300 mil casos de doença na indústria privada.
As ações possíveis de ser desenvolvidas para manter as pessoas saudáveis podem ser didaticamente classificadas em ações de recuperação, proteção e promoção da saúde.
As ações de recuperação da saúde são desenvolvidas com pessoas já doentes, e para recuperá-las tanto do ponto de vista físico como do psicológico e do social.
A higiene industrial é uma área afetada tanto a medicina do trabalho, como a engenharia de segurança do trabalho.
Compete á engenharia de segurança do trabalho a avaliação ou qualificação desses agentes no ambiente do trabalho, com o objetivo de subsidiar medidas corretivas, proteção e controle que serão desenvolvidos por meio de estudo criterioso dos pontos de vista da saúde.
Todo esse trabalho termina por concentrar as ações da medicina e da engenharia na diminuição da exposição das pessoas aos agentes ambientais, muitas vezes alterando sistema e processos e tendo como resultado menor desempenho produtivo.
Ritmo de produção mecânica ou eletronicamente controlada, repetição de ciclos de trabalho, de forma constante, baixa utilização do conhecimento dos trabalhadores.
Muitas vezes, as gestão de qualidade de vida nas empresas tem sofrido perda de credibilidade por causa de aparente superficialidade e por ser usada por aqueles que nela vêem só mais uma forma de adiar soluções e mudança, discurso a ação, e as preocupações com a gestão qualidade de vida no trabalho vêm ganhando grande expressão e forma em âmbito mundial e, também no ambiente organizacional brasileiro.
Novas metodologias organizacionais e tecnologias exigem mais do profissional e provocam stress.
Em conseqüência do ritmo atual mais intenso de trabalho, a preocupação com a qualidade de vida passou a ser uma necessidade para o profissional.
O desafio é reconstruir, com bem-estar, o ambiente competitivo, altamente tecnológico, de alta produtividade do trabalho e garantir ritmo e situações ecologicamente corretas.
O desenvolvimento humano pode ser definido com um processo abrangente de expansão dos exercícios do direito de escolhas de indivíduos em diversas áreas: Econômica, Política, Social e Cultural.
Nota-se a tendência de identificar a concepção de desenvolvimento humano com o desenvolvimento das pessoas no trabalho, a necessidade básica com o bem estar do ser humano.
A construção do desenvolvimento humano encontra, na era da globalização, fatores críticos como aquele pertinente ao direito a saúde.
Em conjunto, gerente e funcionário aprendem a tomar iniciativa não apenas na identificação dos problemas, mas também no desenvolvimento de melhores processos para a solução de problemas e a melhoria de produtos.
A proposta de nova competência procura incorporar as resoluções conceituais, idéias inovadoras e novas formas de administrar.
A competência da gestão de QVT deve pressupor sempre a integração comunitária, organizacional e das pessoas no trabalho, resultando em evidenciar o bem estar.
Há inquietudes, individual e coletiva, quando as pressões, conciliação de expectativas entre trabalho, família e consumo, sinais de stress, hábito alimentares e cuidado físicos, estilo de vida, impacto tecnológicos.
A globalização econômica, a nova economia da era digital, os novos paradigmas da gestão organizacional, a modernidade ou pos-modernidade da cultura e a dificuldade entre qualidade de vida e estabilidade financeira acabem impulsionando ações complexas de troca de informações, existe no sistema virtual milhares de forma de viabilizar uma sobrevivência com maior qualidade de vida. A competência para a gestão de qualidade de vida no trabalho pode ser identificados de maneira clara em interfaces originárias especialmente nas áreas de saúde, benefícios, sistema de gestão da qualidade, pesquisa, inovação tecnológica, balanço social, marketing e atividades de responsabilidade social.
As lacunas e sobreposições de gestão parecem estar associadas á utilização de conceito poucos preciso, por vezes inconsistente e fragilmente atrelados a complexidade biopsicossocial das pessoas no trabalho.
No mundo empresarial, com crescente freqüência ocorrem alinhamentos das questões organizacionais e da dimensão humana.
No entanto, tem-se constatado certa confusão sobre os significados teórico e técnico do conceito de QVT, o que poderia conduzir, simplesmente, a outro modismo nas empresas; outra dificuldade refere-se ao papel desempenhado pelos executivos e profissionais da área de recursos humanos ou por consultores nos desenvolvimento dessas experiências.
Há muitos comportamentos nocivos a saúde pela mera falta de informação.
Os DORT são, entre as novas doenças ocupacionais, o maior motivo de atenção par os profissionais de saúde e segurança, os ergonomistas, os engenheiros industriais, os empregadores, os sindicatos e os trabalhadores.
Essa é visão de CARAYON (2000), compartilhada por muitos especialista e pesquisadores.
Segundo a autora, em 1995, os DORT relacionados a traumas repetidos foram responsáveis por mais de 300 mil casos de doença na indústria privada.
As ações possíveis de ser desenvolvidas para manter as pessoas saudáveis podem ser didaticamente classificadas em ações de recuperação, proteção e promoção da saúde.
As ações de recuperação da saúde são desenvolvidas com pessoas já doentes, e para recuperá-las tanto do ponto de vista físico como do psicológico e do social.
A higiene industrial é uma área afetada tanto a medicina do trabalho, como a engenharia de segurança do trabalho.
Compete á engenharia de segurança do trabalho a avaliação ou qualificação desses agentes no ambiente do trabalho, com o objetivo de subsidiar medidas corretivas, proteção e controle que serão desenvolvidos por meio de estudo criterioso dos pontos de vista da saúde.
Todo esse trabalho termina por concentrar as ações da medicina e da engenharia na diminuição da exposição das pessoas aos agentes ambientais, muitas vezes alterando sistema e processos e tendo como resultado menor desempenho produtivo.
Ritmo de produção mecânica ou eletronicamente controlada, repetição de ciclos de trabalho, de forma constante, baixa utilização do conhecimento dos trabalhadores.
Muitas vezes, as gestão de qualidade de vida nas empresas tem sofrido perda de credibilidade por causa de aparente superficialidade e por ser usada por aqueles que nela vêem só mais uma forma de adiar soluções e mudança, discurso a ação, e as preocupações com a gestão qualidade de vida no trabalho vêm ganhando grande expressão e forma em âmbito mundial e, também no ambiente organizacional brasileiro.
Novas metodologias organizacionais e tecnologias exigem mais do profissional e provocam stress.
Em conseqüência do ritmo atual mais intenso de trabalho, a preocupação com a qualidade de vida passou a ser uma necessidade para o profissional.
O desafio é reconstruir, com bem-estar, o ambiente competitivo, altamente tecnológico, de alta produtividade do trabalho e garantir ritmo e situações ecologicamente corretas.
O desenvolvimento humano pode ser definido com um processo abrangente de expansão dos exercícios do direito de escolhas de indivíduos em diversas áreas: Econômica, Política, Social e Cultural.
Nota-se a tendência de identificar a concepção de desenvolvimento humano com o desenvolvimento das pessoas no trabalho, a necessidade básica com o bem estar do ser humano.
A construção do desenvolvimento humano encontra, na era da globalização, fatores críticos como aquele pertinente ao direito a saúde.
Em conjunto, gerente e funcionário aprendem a tomar iniciativa não apenas na identificação dos problemas, mas também no desenvolvimento de melhores processos para a solução de problemas e a melhoria de produtos.
A proposta de nova competência procura incorporar as resoluções conceituais, idéias inovadoras e novas formas de administrar.
A competência da gestão de QVT deve pressupor sempre a integração comunitária, organizacional e das pessoas no trabalho, resultando em evidenciar o bem estar.
Segundo Capitulo pag.
Qualidade de vida ganha destaque na organização.
Resumo
Muitos empresários estão percebendo que melhora a qualidade de vida de seus funcionários e de suas famílias torna a empresa mais saudável, competitiva e produtiva.Quanto melhor suas condições de trabalho e de vida, mais lucrativa e competitiva torna a empresa. Para o cardiologista Marcos Aurélio dias da silva o principal motivo para se investir em qualidade de vida é própria sobrevivência da organização. Segundo Dias da Silva, dentro de uma moderna gestão empresarial é preciso fugir do autoritarismo, abrindo-se ao diálogo e a tolerância, estimulando a cooperação, e desestimando a competição entre os departamentos e indivíduos, reflexo da competitividade vivenciada no mundo ocidental. Para Dias da Silva, o conceito da saúde vai muito além da ausência de doença englobando o estado interior e de satisfação pessoal. Segundo ele,o” mundo do trabalho” passa por modificações e a incerteza do que vai acontecer no futuro, gera nos profissionais o medo das mudanças. Por isso ,é importante que haja uma abertura interna para ouvir as expectativas dos colaboradores.
Qualidade de vida ganha destaque na organização.
Resumo
Muitos empresários estão percebendo que melhora a qualidade de vida de seus funcionários e de suas famílias torna a empresa mais saudável, competitiva e produtiva.Quanto melhor suas condições de trabalho e de vida, mais lucrativa e competitiva torna a empresa. Para o cardiologista Marcos Aurélio dias da silva o principal motivo para se investir em qualidade de vida é própria sobrevivência da organização. Segundo Dias da Silva, dentro de uma moderna gestão empresarial é preciso fugir do autoritarismo, abrindo-se ao diálogo e a tolerância, estimulando a cooperação, e desestimando a competição entre os departamentos e indivíduos, reflexo da competitividade vivenciada no mundo ocidental. Para Dias da Silva, o conceito da saúde vai muito além da ausência de doença englobando o estado interior e de satisfação pessoal. Segundo ele,o” mundo do trabalho” passa por modificações e a incerteza do que vai acontecer no futuro, gera nos profissionais o medo das mudanças. Por isso ,é importante que haja uma abertura interna para ouvir as expectativas dos colaboradores.
RH em Síntese N°29 Jul/Ago 1999 - Ano V - Pág. 24 a 26.
Análise critica:
A visão dos empresários em relação á promoção do projeto de qualidade de vida, não é a saúde do trabalhador sua família, é tão somente a produtividade e a empresa competitiva e saudável.Sua visão é tão incisiva, que na opinião do cardiologista Marco Aurélio Dias da silva o principal motivo da QVT é a sobrevivência da organização e não a saúde do trabalhador. Dentro de uma moderna gestão é necessário que haja não só o dialogo, a tolerância, mais principalmente o convívio e as relações entre os trabalhadores, gerentes e diretores com tratamentos humanitários uns com os outros. O conceito de saúde deve ser o da prevenção das doenças, e não da sua ausência que muita das vezes por ele não se manifesta. As tais incertezas que se passam no mundo do trabalho é tão explicita nas demissões ou falta de oportunidade de capacitação para que ocorra com o avanço tecnológico e também as famosas contenções de despesa.
Análise critica:
A visão dos empresários em relação á promoção do projeto de qualidade de vida, não é a saúde do trabalhador sua família, é tão somente a produtividade e a empresa competitiva e saudável.Sua visão é tão incisiva, que na opinião do cardiologista Marco Aurélio Dias da silva o principal motivo da QVT é a sobrevivência da organização e não a saúde do trabalhador. Dentro de uma moderna gestão é necessário que haja não só o dialogo, a tolerância, mais principalmente o convívio e as relações entre os trabalhadores, gerentes e diretores com tratamentos humanitários uns com os outros. O conceito de saúde deve ser o da prevenção das doenças, e não da sua ausência que muita das vezes por ele não se manifesta. As tais incertezas que se passam no mundo do trabalho é tão explicita nas demissões ou falta de oportunidade de capacitação para que ocorra com o avanço tecnológico e também as famosas contenções de despesa.